sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Para refletir

Era uma vez, um sábio chinês e o seu discípulo. Nas suas andanças, avistaram uma quinta de extrema pobreza, onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com muita fome e sede, o sábio e seu discípulo pediram abrigo, sendo bem recebidos. A dada altura, o sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
- O senhor vê aquela vaca? - disse o homem. Dela tiramos todo o nosso sustento. Ela nos dá leite que bebemos, e transformamos em queijo e coalhada. Quando existem sobras, vamos à cidade aqui perto, e trocamos por outros alimentos que precisamos. É assim que vivemos!
O sábio agradeceu por tudo, e partiu com o discípulo. Nem fizeram a primeira curva, e disse ao discípulo:
- Volte lá, leve a vaquinha ao precipício, ali em frente, e atire-a lá para baixo!
O discípulo nem estava acreditar no que estava a ouvir, e logo disse:
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem também!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaquinha!
Indignado e contrariado, o discípulo assim o fez. A vaca, previsivelmente, estalou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorsos. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria pedir desculpas, e ajudar essa família no que podia.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar da quintinha desmazelada havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora - pensou ele!
Devem estar mendigando na rua ou talvez já estejam mortos, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.
- Claro que sei. Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com o meu mestre há alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos todo o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Interessante como muitas vezes não conseguimos enxergar nem um palmo a frente do nariz...
Bom fim de semana aq todos!!!!!!!!!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Falando um pouco sobre médias

Média Aritmética


A média aritmética simples é a mais utilizada no nosso dia-a-dia. É obtida dividindo-se a soma das observações pelo número delas.
Exemplo:

• Um aluno tirou as notas 5, 7, 9 e 10 em quatro provas. A sua média será (5 + 7 + 9 + 10) / 4 = 7.75


Média Aritmética Ponderada:

Neste tipo de média aritmética, cada número que fará parte da média terá um peso. Este peso será multiplicado pelo número, que serão somados e dividos depois pela soma dos pesos. Veja o exemplo: 

• Um aluno fez um teste (peso 1) e uma prova (peso 2), tirando 10 no teste e 4 na prova. A sua média (ponderada) será (10 x 1 + 4 x 2) / (1 + 2). Teríamos então: (10 + 8) / 3. Logo, o resultado da média aritmética ponderada para este exemplo é: 6. Se o teste e a prova tivessem mesmo peso (e não importa qual o valor do peso, importa apenas a relação entre os pesos), a média ponderada aritmética seria sempre 7. Isto é, se o aluno fizesse um teste (peso 3) e uma prova (peso 3) obtendo respectivamente a mesma pontuação anterior (10 e 4), teríamos: (10 x 3 + 4 x 3) / (3 + 3). Continuando: (30 + 12) / 6. O resultado para pesos iguais será sempre: "7". Veja: (30 + 12) / 6 = 7.


Média Geométrica
Este tipo de média é calculada multiplicando-se todos os valores e extraindo-se a raiz de índice n deste produto.Digamos que tenhamos os números 4, 6 e 9, para obtermos o valor médio aritmético deste conjunto, multiplicamos os elementos e obtemos o produto 216. Pegamos então este produto e extraímos a sua raiz cúbica, chegando ao valor médio 6.
Extraímos a raiz cúbica, pois o conjunto é composto de 3 elementos. Se fossem n elementos, extrairíamos a raiz de índice n.


Média Harmônica
 

A média harmônica equivale ao inverso da média aritmética dos inversos de n valores.
• Média harmônica entre 2, 6 e 8. Primeiramente é necessário calcular a média aritmética dos inversos dos valores dados:








Depois, faz-se o inverso do resultado, tendo finalmente a média harmônica de 2, 6 e 8:


 
• Em todas as médias o resultado estará entre o maior e o menor número dado.

Para os mesmos valores, a média aritmética terá o maior valor, seguida da média geométrica e depois a média harmônica.


http://www.infoescola.com/matematica/medias-aritmetica-geometrica-harmonica/


Para descontrair.....

A a estatística das coisas.....

E o que vem a ser Estatística?

"Ciência que dispõe de processos apropriados para recolher, organizar, classificar, apresentar e interpretar conjuntos de dados"
Ou seja, em outras palavras menos complicadas....é mais ou menos como você recolher informações sobre um determinado assunto, e depois de algumas etapas como, organizar, classificar, etc... essas informações transforma-las em algo que você possa comparar e analisar, por exemplo por meio de um gráfico.

Num primeiro momento nós teríamos a estatística descritiva que seria usada para descrever e estudar uma amostra.

Por exemplo:





Ou seja...talvez se ele conhecesse essa estatística não tivesse sido assaltado...rsrsrs

Mas enfim, eis aí um tipo de aplicação, poderia se pegar os dados que algum orgão de polícia tivesse sobre esses assaltos e transformaríamos em dados para que se podesse construir um gráfico por exemplo e teríamos essa porcentagem de quantos assaltos acontecem em média depois de datas comemorativas, como dia dos pais ou mães por exemplo.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Que coisas?

O início.

Estatística das coisas...que coisas?

De tudo meu povo.....

A estatística das coisas, dos outros, da facul, do mundo e principalmente das aulas, conclusões e esquisitices do meu (louco) professor de que? Adivinha.....

Enfim, somos um grupo da Faculdade dos Guararapes, Jaboatão, turma 4NC do curso de ADM, e o nosso professor (O louco!!!) fez a pedida de um blog com nossa vista da cadeira de estatística e algumas percepções a mais, seja da cadeira, da vida e das coisas...

Enfim....Vamos lá!!!!!

Afinal....como diz ele...(O louco)...vamos viajar!!!!!